Infographic by WordStream Internet Marketing Software
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quinta-feira, agosto 19, 2010
Google e suas "falhas"
terça-feira, janeiro 12, 2010
Have a 2010 good meetings!
In the spirit of the New Year, here is my principal business resolution and I suggest you think about it. If I done this well would be plenty - and I will!
Good meeting rhythm
I want to keep my strategic plan alive for my business and I will set aside 20 customer's meetings each month (minimum) adding two-hour meeting with the management team work only on strategic matters .Support the day2day workings of the business by holding weekly one-hour operational meetings. Start the year afresh by booking these meetings in the calendar and make the meetings non-negotiable, no one should be too busy to attend.
The presentations and documents related to show will be create using some techniques such slides shared by Barbra Gago and Scott Schwertly (thank you both) as a follows:sexta-feira, novembro 13, 2009
Widgets, Gadgets e afins (e grátis)
E esse aqui...
quinta-feira, julho 30, 2009
A vida pode ser on demand... inclusive para livros.

Graças aos livros estou aqui hoje vivendo o digital e, apesar de ler sobre telas o tempo todo, não abandono o hábito do livro. Confesso que estou "trocando" o papel cada vez mais por telas, tanto que na minha "lista de desejos" tem uma briga entre o Kindle (agora finalmente com leitor para PDF também), o Crunch Pad - já escrevi sobre ambos - e, com a minha demora em comprar, um Sony com o seu Reader Edition e o Pocket.
Mas como o assunto é livro descobri um site lançado no final de Maio para tirar meu rascunho da gaveta (meu HD), o Clube de Autores que já deve estar a caminho dos primeiros mil títulos em poucos meses. Funciona assim: você escreve, faz o upload, determina quanto deseja ganhar por venda (você é quem determina a sua margem) e disponibiliza na loja do Clube sem pagar nada por isso. E aí entra o e-commerce, sem tiragem mínima ou qualquer outro comprometimento.
O Clube tem algumas regras, mas fáceis, acessíveis, e com uma série de sugestões para capa - se você não estiver inspirado. O preço de custo de cada livro - 100 páginas, aproximadamente - é de R$ 30,00.Acho que muita gente como eu vai começar a escrever e montar uma biblioteca em casa com os seus escritos. Vai ser divertido.
Giancarlo Colombo
sábado, julho 18, 2009
Os "Y" e seus mitos

Muitas das verdades sobre as atividades e as formas de conquistar os jovens adultos já não valem mais
Coisas como "adoram música, mas não querem pagar por ela e adotam de forma frenética as novas tecnologias; consideram que a família serve apenas para socorrê-lo nos momentos de apuro; são consumidores de drogas e álcool, tendendo ao extremo; interagem intensamente nas redes sociais, mas não gostam de relacionamentos duradouros; são indolentes, sedentários, com um grau elevado de irresponsabilidade" aparecem atribuídas a estes jovens como mitos, desde o surgimento da internet. Vale lembrar que muito disso decorre da "pensada" relação intensa que os "Y" tem com a web. Essa pesquisa veio então para derrubar estes mitos que algum dia alguém escreveu, outro achou que fazia sentido e aí veio o senso (in)comum de que eles (os Y) são assim.
O ponto "descoberto" é que os "Y" estão preocupados, sim, com uma educação de qualidade e uma boa carreira. Diferente do que se pensa, 41% esperam para ver em relação à uma nova tecnologia. Mais da metade pratica esportes ou faz alguma atividade física com frequência e tem como sua atividade preferida a companhia do parceiro; poucos bebem para ficar bêbados.
Tem um ponto relevante e interessante quanto a uma das poucas instituições sociais vivas: a coisa mais importante na vida destes jovens é a família — 77% passaram algum tempo com suas famílias na semana anterior, mesmo que só 49% vivam na casa dos pais. Os "Y" ainda afirmaram que na semana anterior à pesquisa haviam lido mais livros do que acessado as redes sociais, o que dá a idéia de valor que existe ainda nas relações sociais reais.
25% assiste com frequência comerciais e clips de marketing em sites de vídeo e em outros sites de redes sociais. Quase a metade já clicou em anúncios e banners, e um mesmo número já carregou conteúdos de marcas e produtos no Messenger ou por SMS. Aliás, diz a pesquisa que em média esse jovem gasta aproximadamente US$ 100 por mês com seu equipamento móvel.
A importância da música nesta faixa etária está caindo, assim como seu valor enquanto veículo de promoção de marcas, porém, esse grupo tem disposição para se relacionar com as marcas e produtos.
Agora tem algumas constatações bem mais explícitas que é só olhar para dentro de casa e ver: o PC passa a ser o principal dispositivo de mídia; não dá prá viver sem ele, diferentemente da TV que está sendo deixada de lado por estes jovens - numa relação de 1 que não assiste para 7 que ainda usam. Há um longo caminho ainda mas veja alguns dados: dois terços desse grupo baixam conteúdo de TV por downloads ou streaming uma vez por semana. Li uma post recente no site da CISCO, falando sobre a "killer application" do futuro, o vídeo. É uma tendência sem volta. Email virou coisa de "véio" - como já postei por aqui.
Entra também um ponto importantíssimo: os padrões de consumo de mídia mudaram muito rapidamente - e com eles o papel das redes sociais, dos comunicadores instantâneos - estou começando a achar que o meu Twitter é exatamente isso, mas em escala bem maior, um "comunicador social instantâneo" - e dos shows de mídia online e inevitavelmente continuarão a mudar. Você tem ainda alguma dúvida?
Giancarlo Colombo
quarta-feira, junho 17, 2009
As redes digitais na publicidade
Como ele (o vídeo) já diz por si só toda a preocupação e a falta de entendimento do meio publicitário sobre a economia digital, nada melhor do que coloca-lo aqui com o respectivo crédito.
Let's singing: Tech has taken us for a ride, Algorithms got me cross-eyed" - hilário, e real! Aliás é impressionante a voz "cover" do Don McLean.
GC
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O impacto dos meios digitais na publicidade
Em busca de modelos de negócio mais eficientes e novas formas de atingir seu público, diversas empresas têm deixado de lado os investimentos publicitários em mídias tradicionais para apostar nos meios digitais.
Com cerca de 9 minutos de duração, um vídeo postado no YouTube mostra o declínio das mídias tradicionais causado pela 'revolução' digital. Parodiando a música "American Pie", de Don McLean's, o autor tem como foco principal a Madison Avenue, conhecida por ser o reduto da indústria de publicidade nos EUA.
segunda-feira, abril 27, 2009
Web cresce sem lucro nos países em desenvolvimento
Apesar de registrarem seus maiores crescimentos de audiência nos países em desenvolvimento, sites como Youtube e Facebook ainda não estão comemoram resultados. do ponto de vista comercial. Mesmo sendo uma boa notícia, esse notável aumento no número de usuários também é uma das grande preocupações dessas e de outras empresas da web que dependem dos lucros com publicidade para sobreviver.
Segundo notícia publicada paleo "New York Times", o motivo dessa contradição seriam os altos custos de operação dessas regiões. Em países como Índia, Brasil e Turquia, onde esse serviços já dobraram o número de usuários, as companhias precisam de mais servidores para que o conteúdo seja disponibilizado, mesmo que serviço da banda larga seja limitado. Além disso, essas regiões geram menores resultados com publicidade online
Em sites de compartilhamento de vídeos e fotos, e nas redes sociais esse problema chega a ser mais grave. No último ano, o Veoh, portal de vídeos operado em San Diego, bloqueou seu serviço para os usuários da África, Ásia, América Latina e Europa Oriental.
Segundo Dmitry Shapiro, o executivo-chefe da companhia, esses usuários consomem muita capacidade dos servidores para pouco retorno financeiro. "Eu acredito em uma comunicação livre, mas essas pessoas são 'famintas' por este conteúdo. Eles se sentam e assistem, assistem, assistem. O problema é que isso consome a capacidade da banda. Além disso, é muito difícil obter receita a partir deles", completou Shapiro.
Baseados no modelo mundial de construção de grandes audiências globais com serviço gratuito e faturas pagas apenas com a publicidade, muito desses serviços sentiram a realidade da economia global. Mesmo existindo 1,6 bilhões de pessoas com acesso à internet no mundo, menos da metade delas possui renda suficiente para atrair grandes anunciantes.
Para Michelangelo Volpi, CEO da Joost, esse é um problema que toda empresa de internet tem. "Sempre que você tem uma grande quantidade de material sendo acessado pelos usuários, sua banda também está sendo utilizada na Ásia, no Oriente Médio, na América Latina, onde a banda larga é caro e as taxas de publicidade são ridiculamente baixas. Se as empresas de web realmente querem ganhar dinheiro, elas devem bloquear seus serviços em todos os países", completou Volpi.
Para não tomarem medidas drásticas, muitas empresas estão buscando formas diferentes para oferecer seus serviços nos países em desenvolvimento. Uma nova versão do MySpace está sendo desenvolvida para os países que possuem ligação com a internet mais lenta. Com 45% da sua audiência concentrada fora dos EUA, a nova versão do site deverá ser utilizada principalmente na índia, onde o serviço possui cerca de 760.000 usuários.
Já o Youtube e o Facebook, estudam diminuir a qualidade dos seus vídeos e fotos como forma de reduzir as despesas. De acordo com Tom Pickett, diretor de vendas e operações on-line no YouTube, a possibilidade de restrição de banda em certas regiçoes também não está descartada. "Podemos optar por definir um limite para o quanto estamos dispostos a pagar em custos de banda", disse Pickett.
Ainda assim, alguns empresários ainda lutam contra a idéia de restringir seus sites em grande parte do mundo. "A parte de mim que quer mudar o mundo diz, 'Isto é injusto, não deveria ser assim. Por outro lado, olhando pelo lado dos negócios, disponibilizar vídeos para todo o mundo é insustentável neste momento", completou Shapiro.
Fonte: New York Times
quinta-feira, abril 02, 2009
Wikipedia x Encarta
A medida seria um reconhecimento do avanço do Wikipedia que agora é a mais conhecida referência on-line nesse segmento. A Microsoft ainda afirmou em seu site que "a categoria tradicional de enciclopédias e materiais de referência mudou: agora o público procura e consome informação de formas consideravelmente distintas às de poucos anos atrás".
Enquanto a Encarta apresentava um produto finalizado, com atualizações recorrentes, já a Wikipedia publicaria dados que são atualizados com mais frequência, mesmo quando a checagem é necessária.
A Wikipedia já apresenta as novidades sobre a Encarta, em seu artigo em inglês está escrito, que a Microsoft anunciou em 2009 que vai encerrar a venda da Microsoft Student e outras versões do Encarta Premium em todo o mundo, até junho desse ano.
O site ainda afirma o seguinte: "A Microsoft citou as mudanças na forma como as pessoas procuram informação e no mercado tradicional de enciclopédias e materiais de referência como razões-chave". As informações publicadas pela Wikipedia têm como base o que foi anunciado pela empresa.
A Microsoft também afirmou que os assinantes da MSN Encarta Premium que pagaram pelo serviço serão reembolsados.
Fonte: Folha
quarta-feira, março 04, 2009
Mobile Marketing e seus anunciantes

Faz um certo tempo que não falo sobre Mobile Marketing, um mercado ainda incipiente e com grandes oportunidades de crescimento considerando que ultrapassamos em dezembro passado a barreira de 150 milhões de celulares, e de grande trabalho pela frente pois só 7% destes usuários usam a Internet nesses aparelhos.
Estes usuários - até onde percebo - são aqueles formadores de opinião, tipicamente que vivem em grandes concentrações urbanas, usam smart phones (muitos deles corporativos), parte significativa é da geração touch (iPhone, similares e genéricos), e não engolem qualquer tipo de mensagem. E aí retorno no que comentei há muitos posts atrás sobre o medo das agências sobre os processos digitais; sempre paramos neste ponto. Elas destinam menos que 5% do bolo publicitário, optando (de novo, mesmo com o IBOPE caindo dia após dia) para a TV aberta, jornais e revistas - nesta ordem.
Lembro que quando tive oportunidade de ajudar a Lucent na venda da rede 3G da Vivo, o mercado ainda caminhava com os players de aplicativos buscando oportunidades nas operadoras, com modelos de negócio sem definição - aliás, lembro que muitos deles tinham que pagar para trafegar seu game ou MMS
na operadora.
Felizmente o modelo mudou e hoje já temos melhores experiências e em mobile surgiu o conceito de AdNetwork, que é uma estratégia para unir os players e valorizar o mercado de mobile advertising. É a forma encontrada para valorizar o espaço publicitário em celulares - a melhor por enquanto, diga-se de passagem.

Outra coisa que vale contar aqui é que quando gerenciava a área de tecnologia da Parmalat, lancei o primeiro web site para Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) do país - isso em dezembro de 1995, no quinto mês de vida da Internet comercial no país.; sucesso total na época, ficou com o mesma construção por (pasme) 8 longos anos quando então mudaram a estrutura do WebSite.
Hoje recomendo que se faça o mesmo, investindo num site para Mobile, atraindo anunciantes. Se você tiver dúvidas quanto a potencialidade, veja essas métricas da AdMob Mobile Metrics Report.
Quando tivermos mais anunciantes (derivados das estratégias das agências) e ações bem estruturadas dos grandes veículos de mídia do país, poderemos enxergar melhor a potencialidade do Mobile Marketing. E, para ilustrar um pouco tudo isso, segue aqui uma lista do "Best Mobile Sites 2007 Edition" do pessoal da Ziff Davis Media, que vive para isso mesmo - e gostam do que fazem (artigo em inglês).
GC
terça-feira, fevereiro 17, 2009
Os mesmos modelos para novas situações. Até quando?
Não dá para comparar a tecno-dependência que temos hoje frente aos anos 90 - só para citar uma data não muito distante.
Ela - a dita dependência - está nas facilidades integradas dos smartphones, no peso e tamanho interessante do netbook, no MP3 que está sendo ouvido agora por 5 em cada 10 pessoas que rodeam você, nos monitores de plasma/LCD - no interior dos metrôs, dos elevadores, dos ônibus, nos shoppings, nas padarias, lojas de conveniência, salões de beleza dentre outros locais (aliás, você já parou para pensar nessa invasão?!)-, nos notebooks que tiveram um crescimento recente fenomenal, nos inúmeros gadgets que circundam a nossa vida digital e, finalmente, na mobil-dependência, o telefone celular.
Apesar disso tudo, muitas empresas continuam, há mais de uma década, em um sono profundo investindo em comunicação e relacionamento da mesma forma como sempre fizeram. A onda da inovação parece que passa ao longe dos que pensam comunicação nestas empresas. Autorizam campanhas que abordam apenas TV, mídia impressa, rádio e fundamentam os investimentos em medições estimadas, baseadas geralmente apenas no número de pessoas que podem ser impactadas. Parece que nada mudou.

A liderança não tem normalmente a percepção da riqueza do meio digital para operar e crescer. Questões de relacionamento com os clientes? Call Center neles. Email neles. Mail Marketing neles. Há um pé encravado no lado velho, no lado do paradigma para continuar fazendo apenas o que sempre deu certo: publicidade em TV, rádio e mídia impressa. Esses líderes convidados a falar sobre mídia digital pensam em HotSite, banners, um video - no máximo. Quem está no meio tem outra visão, mais holística, apontada para o que vem acontecendo, trabalhando com mídias sociais, atrair usuários pelos buscadores, campanhas integradas, enfim, um arsenal de novas possibilidades que não acontecem por falta de visão digital da agência.
As vantagens do meio digital são impactantes. Rastreamento, perfil de uso, precisão na ação comercial ou de marketing realizada, target preciso, tudo tabulado rapidamente. Problemas na campanha? Ajuste imediato, totalmente diferente do meio tradicional. Os próprios usuários trabalham essas experiências de mudança e adaptação, ajudando a empresa a acertar. Uma experiência totalmente nova (ooops, é novo - volta para o anterior). Claro que existem tentativas louváveis de grandes empresas (como a GM e Intel, por exemplo), mas são ainda muito tímidas e diria até conjunturais; não estruturais - como gostaria.
Reconheço que o poderio de massa da TV não acaba tão cedo, mas é evidente que caminhamos para coisas bem mais dirigidas, para micro-públicos, extremamente segmentadas. E espero que reconheçam que a TV nunca mais vai voltar a ser como antes, e não me venham com essa história de que a TV vai recuperar-se frente a Web. Ela pode ser o meio para navegar porque tem, antes de mais nada, uma tela. Mas, tal qual ela, outras telas neste mundo de telas digitais farão a mesma função, principalmente as telas móveis. Ou seja, aquela audiência absoluta felizmente não mais acontecerá. Isso tudo é para questionar os modelos, a falta de visão digital, a falta de ver que a sociedade consome de forma diferente, que precisa de mecanismos de pesquisas dinâmicos e não mais os tradicionais.
O mundo digital vem se estruturando e especializando muito rápido. E tem muita gente vendo o trem passar. As empresas deveriam caminhar na construção de marcas e plataformas de relacionamento estruturadas para quem consome seus produtos e serviços,. Deveriam exigir mais de suas agências, mostrar a elas que a vida caminha por telas e o consumo segue essa direção. Se você tem dúvida, pare e pense sobre seu consumo de comunicação há alguns anos e hoje... Sua dúvida sumirá em alguns segundos. Você pode ter certeza que em alguns anos ele será maior ainda.
GC
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
Vídeos online crescem dia-a-dia
É inegável a mudança de comportamento com a Internet e cada vez mais isso fica evidente. .Executivos de mídia, agências, todos sem exceção tentam buscar com modelos "vencidos" (out of date), ultrapassados, uma explicação frente a interrogação com a qual deparam. Mudou a mídia, mudou o comportamento e, assim, muda o modelo. Como aferir algo novo com antigos instrumentos? Vejamos algo.
O último mês do ano passado foi o melhor mês no quesito audiência para os vídeos online nos Estados Unidos. Quase 150 milhões de americanos (ou 80% da audiência total da internet no país) assistiram a mais de 14 bilhões de vídeos na web, segundo a comScore.
De acordo com o portal Techradar, esse número registra um aumento de 13% em relação do mês de novembro e representa uma média de 100 clipes assistidos por pessoa. A TV - aberta ou fechada - vai em direção oposta.
O YouTube é o site de vídeo mais popular e detém cerca de 40% da audiência online, quase dez vezes mais do que o próximo do ranking, a Fox Interactive, que registra apenas 3% da preferência dos internautas. Em seguida aparece o Hulu - site de vídeos formado pelos grupos NBC Universal e News Corp e tido como forte concorrente à hegemonia do YouTube, mas que ainda não emplacou - com 1,7% de participação. A vantagem do Hulu é hospedar vídeos mais longos, com tempo médio de 10,1 minutos, enquanto no YouTube a média fica em 3,2 minutos. Mas o YouTube já se mexeu na direção de vídeos mais longos.
Os números tem que ser encarados como aviso de um mercado que move em velocidade até então desconhecida. É nisso que os executivos tem que pensar: estudar o movimento destas gerações, seu comportamento, suas decisões na direção de um mundo sustentável, sua liberdade - enfim - trazida fortemente pela Internet e tendo como principal meio de acesso o celular... pode apostar. Aí está o caminho. E falo aqui por experiência própria; pouquíssimos projetos sobre os quais trabalhei nos últimos anos não tinham esse tipo de tecnologia associada.GC (com fonte Reuters)
quarta-feira, fevereiro 04, 2009
O paradoxo da mudança

Quando analisamos os números do ensino superior brasileiro, podemos perceber o paradoxo que eles representam.
Os dados estatísticos relativos aos dez últimos anos (1996-2006) demonstraram o crescimento de um conjunto de indicadores que sinalizam tempos de tempestade e não céu de brigadeiro.
Vejamos então o paradoxo que o ensino superior vicência:
a) O número de IES, governo após governo, cresce constantemente.
b) O número de cursos e vagas atingem números fortíssimos seja por autorização governamental seja por uso ou abuso da autonomia universitária.
c) Implantação de novas formas e metodologias de ensino, destacando-se os cursos superiores de tecnologia e o ensino à distância.
d) O crescimento do número de matrículas das camadas menos favorecidas da população. Menos poder aquisitivo e nível cultural baixo. O diploma de curso superior como objetivo de consumo de classe “C”
e) A pós-graduação lato-sensu cresce rapidamente, oferecendo do ensino presencial e ou ensino a distância.
f) Os programas stricto-sensu se consolidam e o sistema capes é elogiando em todo o mundo
g) As taxas de evasão, inadimplência e ociosidade dispararam
h) A prática de descontos e “bolsas de estudo” atingiram patamares inadequados. A “guerra de preços” não esta considerando resolução de custos.
i) A não-receita cresce assustadoramente. Na maioria das IES o que se vê hoje é uma receita real menor do que aquela que deixa de ser produzida.
j) Por último, a questão da regulação. Crescem os mecanismos de controle de qualidade oriundos do Mec e seus diferentes setores. Adequar-se aos padrões exige das IES além do atendimento filosófico, um significativo investimento financeiro.
Se, de um lado, esse conjunto de indicadores representam números crescentes, de outro, existiam números que representam tendência de queda que são conseqüências desse PARADOXO:
- O valor médio das mensalidades esta diminuindo
- A relação candidato-vaga apresenta decréscimo constante
- A relação ingressante-vaga atinge números tão baixos que o sinal vermelho para o atendimento ao cliente está aceso em todo país.
- A lucratividade dos cursos e IES está despencando
- Em função da queda da lucratividade o nível de competitividade vem diminuindo, tornando muitas IES presas fácies dos grandes “players”
- Desde setembro, com a crise econômica mundial, o aceso ao crédito bancário e o financiamento de longo prazo estão mais dificies e mais caros
- Em razão de todas essas variáveis a capacidade de adaptação das IES diminuem consideravelmente
de número de candidatos matriculados e preço médio. Está é a essência do PARADOXO.
Fonte: CMNews
sexta-feira, janeiro 30, 2009
O gênio da lâmpada e a comunicação dirigida

A marca que não fizer comunicações dirigidas para cada um de seus públicos estará condenada à pior das maldições: ficar esquecida para sempre. Se o gênio da lâmpada aparecesse hoje, teria que mudar o discurso padrão. A era da comunicação de massa já era.

