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quarta-feira, setembro 01, 2010

O uso das redes sociais ainda é ingênuo no Brasil

Anos atrás (muitos deles) conversei em Recife com Silvio Meira, do CESAR, sobre o tema desta entrevista - redes sociais e mobilidade. Tem tudo a ver. Agora me deparo com uma entrevista dele para o HSM sobre o assunto e, é claro, tenho que escrever.

O governo não tem tratado a mobilidade como política pública, principalmente nos grandes centros. Chega a ser insano - além de desnecessário - obrigar o trabalhador a atravessar a cidade, gastando as vezes 1.000, 1.200, 1.500 horas por ano no trânsito só para "ver a cara do chefe", por que sempre foi assim.

É hora de repensar a mobilidade, as atividades dos funcionários e desenvolver a competência necessária para que trabalhadores possam trabalhar em locais próximos às suas residências; é uma questão sócio-ambiental e o bom senso deve chegar o quanto antes.

Sei que a Cisco no Brasil tem um projeto instituído deste tipo - o teletrabalho - e duvido que haja reclamações. Muito pelo contrário.

O modelo de sociedade em rede veio para articular estas fraquezas estabelecidas pela sociedade industrial e retomá-las - de forma articulada, e dentro de uma sociedade do conhecimento - para talvez entregar, ou liberar mais tempo para se pensar nas atividades, na vida, na família. Investir o tempo demasiado gasto dentro de veículos (individualizados na grande maioria das vezes) para coisas que gostamos.

Vai ser um (re)aprendizado, mas também creio que seja o único caminho na linha do tempo. Você vai ter mais tempo para seu esporte (o que não inclui pé no acelerador, freio, embreagem), para sua leitura (mesmo que seja digital), para suas redes sociais, para sua família, para você - enfim.

Isso deve demorar um pouco a acontecer mas vai - o vai estar marcadinho aqui no Blog para constar. Se a banda larga vier, tornar-se mais acessível, e principalmente funcionar bem o caminho está feito. Faltará aí o movimento das empresas - o poder público (que pouco faz por isso) virá na esteira do movimento.




HSM Entrevista Silvio Meira: O uso das redes so..., posted with vodpod

quinta-feira, junho 25, 2009

World Conference of ICDE, International Council for Open and Distance Learning

The 23rd World Conference of ICDE ocurred in Maastricht, Netherlands, June 7-10. The event was attended by several specialists in distance education, including a delegation of Brazilians.


My "guru" - Prof. Fredric Litto - from ABED (Brazilian Association for Distance Education) and member of ICDE's Council was there too.


Litto delivered a keynote presentation with a paper entitled Innovation in Distance Learning? I can't define it, but I know it when I see it!.and also was participated in the other Keynote's Panel.


A significant part of the event - about 13 hours video webcasting - is available here posted from Avacast services. I have had enjoyed some of them mainly the video from Peter Sloep focusing learning resources.




Giancarlo Colombo


quarta-feira, junho 17, 2009

As redes digitais na publicidade

Hoje saiu no AdNews uma notícia que não tem como ser comentada justamente porque é curta e tem seu conteúdo baseada num vídeo sobre o tema.

Como ele (o vídeo) já diz por si só toda a preocupação e a falta de entendimento do meio publicitário sobre a economia digital, nada melhor do que coloca-lo aqui com o respectivo crédito.

Let's singing: Tech has taken us for a ride, Algorithms got me cross-eyed" - hilário, e real! Aliás é impressionante a voz "cover" do Don McLean.

GC
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O impacto dos meios digitais na publicidade


Em busca de modelos de negócio mais eficientes e novas formas de atingir seu público, diversas empresas têm deixado de lado os investimentos publicitários em mídias tradicionais para apostar nos meios digitais.

Com cerca de 9 minutos de duração, um vídeo postado no YouTube mostra o declínio das mídias tradicionais causado pela 'revolução' digital. Parodiando a música "American Pie", de Don McLean's, o autor tem como foco principal a Madison Avenue, conhecida por ser o reduto da indústria de publicidade nos EUA.




quinta-feira, junho 11, 2009

Coisas dos "Y"

Bom, a cada dia que passa fico mais feliz em ver coisas cada vez mais diferentes produzidas pelos "Y".

Recentemente vi o
prêmio de uma empresa alemã - Hoffmann+Krippner - voltado para excelência de projetos feitos por estudantes de engenharia.
O prêmio reconhece os projetos no campo de aplicações das relações de dispositivos chamadas homem-máquina, HMI - human-machine interface. Este ano quem levou foi um aluno da Duke University, que produziu uma caneta baseada num celular que "escreve" no ar, a PhonePoint Pen.

A idéia central disponibilizada no paper que foi aprovado é que a tecnologia permitiria ao usuário anotar pequenas informações rapidamente, em qualquer lugar, no ar, apenas com seu aparelho celular. O recado baseado nos gestos de mão seria enviado diretamente ao email ou sms da pessoa para referência futura.

O detalhe interessante é que o estudante ganhador utilizou-se de uma tecnologia já aplicada na maioria dos celulares de mercado, ou seja, é uma outra aplicação. Isso encurta muito o tempo de possibilidade disso acontecer em relativo curto espaço de tempo - caso encontre um investidor, é claro (alguém tem dúvida?).


Veja o vídeo e o que vem por aí.



GC

quarta-feira, junho 10, 2009

Quem ensina quem?

Rede é rede. E é o máximo como as coisas acontecem rápido - e a gente, antenado.

Recebi um vídeo da Daisy Grisolia, que também recebeu de uma amiga, que também deve ter recebido... e assim vai.

O vídeo trata do que temos discutido na
NexPeople, a Web 2.0 e seus desdobramentos. Fiz um post há algum tempo falando sobre a insistência da geração X tentando ensinar coisas que já são naturais na Y. Aí neste vídeo me deparo com a geração Z efetivamente ensinando a Y a mexer em um gadget específico, o iPhone. Há um fenômeno de usabilidade nele - daí seu sucesso estrondoso, um marco na indústria. E mais um ponto para o pessoal que tem aí até 5 anos de idade... eles vão ensinar ainda muita gente a mexer em equipamentos.




terça-feira, março 24, 2009

Hora do Planeta


Neste sábado, 28, das 20h30 às 21h30 o WWF-Brasil participa pela primeira vez da Hora do Planeta, um ato simbólico no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a apagar as luzes para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global.

O projeto espera alcançar mais de um bilhão de pessoas em mil cidades ao redor do mundo, convidando comunidades, empresas, organizações e governos a participarem deste ato simbólico histórico pelo futuro da Terra

O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem como objetivo chamar para uma reflexão sobre a ameaça das mudanças climáticas. E, além do mais é ótimo ver o céu, perceber estrelas, respirar um pouco mais fora de casa, principalmente num fim-de-semana.

Clique aqui para ir ao site ou acompanhe aqui no Twitter. E, claro, veja o vídeo abaixo.




GC

segunda-feira, março 23, 2009

O que você está fazendo agora, Twitter?

Todo mundo fala da bola da vez, o Twitter, um projeto paralelo do hoje CEO do serviço, e da sua empresa, a ODEO - que já desenvolveu vários projetos digitais.

O CEO em questão, Evan Williams, conta rapidamente para que o Twitter foi imaginado originalmente e para onde a ferramenta está evoluindo, sozinha, e que ainda não existe um modelo concreto de negócio - tal qual o Facebook também. Links patrocinados, em minha opinião, virão em breve no meio dos nossos twits. Já pensou uma daquelas aparições do Obama com um anuncio da Coca Cola?

Agora, para entender de forma (muito) fácil como funciona o Twitter, veja o vídeo da Commoncraft (em inglês):





Aí você percebe que o Twitter é uma plataforma que permite a um usuário publicar mensagens curtas (até 140 caracteres) e formar uma rede de seguidores, que tem hoje mais de 7 milhões de usuários, apenas 3 anos depois de seu lançamento, e que usa de forma muito interessante a mobilidade dos celulares e smartphones.


Nos negócios, o uso da ferramenta vem se disseminando. A rápida troca de informações que a plataforma permite vem inspirando grandes empresas nos EUA, como a Dell, Motorola e Jet Blue, que usam o Twitter para divulgar promoções e até dar suporte técnico a consumidores. E olha que o entendimento em como usar está apenas começando.


Se realmente eles investirem em buscas contextuais como é o boato que corre, o projeto pode ficar bem mais interessante. Tem já muita gente brincando e programando sobre a plataforma - veja aqui o Twitter Fan Wiki -, mas o que vai determinar o sucesso duradouro será o até agora não apresentado modelo de negócios. Vamos esperar prá ver - mas já fiz aqui duas das minhas apostas. Enquanto isso, veja o vídeo do Evan Williams falando sobre o serviço (em inglês).


Só para finalizar: uma forma que tem dado resultado é ter mais de uma conta, ou seja, uma para cada atividade (profissional e pessoal, por exemplo). E esse, o SplitWeet, é um gadget que pode ajudar a fazer isso.



GC

sexta-feira, março 20, 2009

Ted Fala - e mostra


Vi recentemente no TedTalks o vídeo de um demo feito pelo pessoal do MIT que trata de um
device (chamado de "sixth sense" - sexto sentido), que entrega "uma profunda e rica interação" com o seu ambiente. Aliás, eles sugerem para que pensemos algo como o Minority Report; quando você ver as aplicações no vídeo vai entender o porque.


É uma visão com algumas aplicações, só o começo do que será a mudança como vemos os devices hoje. Aliás, no vídeo há uma expectativa que em dez anos a tecnologia seja desenvolvida. Eu aposto na metade desse tempo.


Aliás, por falar em TedTalks, tem um grupo de pessoas que começaram recentemente a traduzir os vídeos e o trabalho é digno de nota. Assine o canal no YouTube em português (já tem um bom número de vídeos) ou o full-chanell, em inglês. Lá já são mais de 400 ótimos vídeos. Go Ahead!







GC

sexta-feira, março 13, 2009

As decisões com as redes sociais

Tenho discutido muito com meus pares sobre o impacto inegável das redes sociais. Recentemente vi uma pesquisa publicada na Harvard Business Review que apontava o lado bom e o "nem tanto assim" das redes sociais corporativas; a pesquisa foi feita com 300 empresas. Entenda-se aí redes sociais em seu sentido mais amplo e não apenas a avalanche de redes sociais digitais - fantásticas, aliás.

O lado bom é a comunicação mais horizontal, nivelada, transparente. Encontrar gente com mesmas afinidades dentro e fora da sua atividade profissional, por exemplo, encontrar velhos amigos pessoalmente ao acaso ou aqueles com os quais estudamos anos atrás e surpreendentemente postam aquela pergunta fatal: - você não é o fulano de tal, de tal escola?; ou então: você não trabalhava na ...? - e assim vai.

O lado ruim - corporativamente falando, vale ressaltar - é o tempo para a tomada de decisão e, pior, a quantidade desnecessária de pessoas envolvidas neste processo, ou seja, pessoas que não tem nada a ver com aquela atividade em si mas que são próximas ou tem alguma relação interpessoal com o decisor.

Aí, para ilustrar o fato, busquei um vídeo que havia assistido há pouco. Vale a pena investir algum tempo nele (em inglês). Só um detalhe: o pessoal que produziu este vídeo (commoncraft) tem uma série rápida, bem didática. Basta esperar o vídeo que postei acabar e o YouTube disponibiliza para você.



GC

quarta-feira, fevereiro 04, 2009

Imagens que valem mais que um milhão de palavras

Todos sabemos da grande discussão quanto a nova geração, o que ela quer, como ela pode aprender, como pode se desenvolver, enfim há um sem-número de questões. Apenas há uma coisa indiscutível, uniminidade diria: essa e outras gerações cada vez mais terão imagens em movimento associadas ao seu desenvolvimento; vídeo é parte desse contexto.

Uma coisa é postar um vídeo. Outra, vincular seu desenvolvimento ao um veio educacional e cultural que tragam em seus elementos essa realidade - somada aí a uma nova visita remixada de um clássico da música brasileira.

Vídeos produzidos assim em modelos educacionais trazem um tremendo ganho, desde que bem criados e dirigidos, claro!

Quem faz tudo aqui (incluindo o remix) é a The Real Tuesday Weld com Nick Phelps e Geert Chatrou, e que com este conteúdo já participou de diversas mostras de filmes. Curta aí!




GC

sábado, janeiro 31, 2009

A História da Internet

Bom, história temos e história fazemos. Como trabalho com Internet desde seu lançamento comercial no Brasil (oops!) tive e tenho o privilégio de também fazê-la e de vivê-la ao lado de muita gente, de muitos empreendimentos que surgem com ela.  

Esse vídeo é didático o suficiente para fazer muita gente entender alguns porquês do que hoje vivenciamos. Não dá para viver sem a "D.Internet", aquela que trouxe consigo um caminhão de serviços - isso que você agora lê (a web), dentre outras muitas coisas. E estamos apenas começando:-)... "ainda na 3.0"...




GC